O que os maiores cases de branding do Brasil têm em comum e o que isso diz sobre o seu próximo projeto.

O que os maiores cases de branding do Brasil têm em comum e o que isso diz sobre o seu próximo projeto.

Olhe para os projetos de branding mais reconhecidos do mercado brasileiro nos últimos anos. Natura, Nubank, Magazine Luiza, Havaianas. 

Empresas de segmentos diferentes, tamanhos diferentes, públicos diferentes. Mas existe um padrão entre elas que raramente aparece nas análises de design.

Não é um segredo. É a ordem das decisões.

O que vem antes da forma?

Em todos esses casos, a identidade visual foi consequência de um trabalho anterior de posicionamento, de clareza sobre para quem a marca fala e de definição do território que ela quer ocupar. 

O design não foi o ponto de partida. Foi o ponto de chegada de um processo estratégico bem conduzido.

Natura não redesenhou a marca e depois decidiu falar sobre sustentabilidade. A decisão de posicionamento veio primeiro e o design traduziu isso em linguagem visual consistente, que funciona do produto à campanha, do PDV ao digital.
Nubank não escolheu roxo porque era diferente. Escolheu porque a premissa era ser o oposto de um banco tradicional, e cada decisão foi tomada a partir desse critério.

O padrão que separa case de projeto esquecido

Projetos de branding que não funcionam quase sempre têm o mesmo problema: começaram pela execução. A empresa escolheu referências, definiu paleta, aprovou logo sem antes responder às perguntas que deveriam orientar essas escolhas.
Para quem essa marca fala? O que ela precisa comunicar antes de qualquer palavra? Em que contexto ela vai aparecer e o que o público espera sentir ao encontrá-la?
Sem essas respostas, o design resolve estética. Com elas, o design resolve negócio.
A diferença entre um case reconhecido e um projeto que precisa ser refeito em dois anos está exatamente aí, na profundidade do processo antes da primeira entrega criativa.

O que isso significa para o seu próximo projeto

Se a sua empresa está planejando uma revisão de identidade, um lançamento ou uma entrada em um novo mercado, a pergunta mais importante não é “como queremos que a marca pareça”. É “o que a marca precisa comunicar para gerar o resultado que esperamos”.

Essa é a pergunta que a DOT responde antes de começar qualquer projeto. E é ela que determina se o resultado vai virar case ou custo.

Make it simple.

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